O luto, assim como as perdas, é marcado pela angústia da finitude e pelo confronto com a impermanência. Não se trata de um estado a ser superado, mas de um processo vivido, no qual o sujeito ressignifica sua relação com o outro ausente e consigo mesmo. A terapia, nesse contexto, torna-se um caminho para essa ressignificação.
Ansiedade revela a precariedade da existência mediante a sexualidade e suas relações familiares e pode tanto paralisar quanto impulsionar a autotransformação e eu posso te ajudar com a terapia.